21 de jun de 2018

[TAG] E Os Bridgertons Viveram Felizes Para Sempre



Bato palmas para quem teve essa ideia criativa de unir duas coisas que adoro: romances de época e responder TAG. Criado pelo blog Silêncio Contagiante, a TAG "E Os Bridgertons Viveram Felizes Para Sempre", como próprio nome já diz, é para responder com os livros da série da autora Julia Quinn. Grande percussor do boom que o gênero teve, acharam que não iria responder?! Vamos conhecer então!

19 de jun de 2018

[Resenha] O Segredo do Conde

Livro: O Segredo do Conde #2
Série: Os Sedutores de Havisham
Autora: Lorraine Heath
Editora: Gutenberg
Páginas: 284
Gênero: Romance de Época
Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐ 💗
Numa noite de verão, Edward Alcott cede à tentação e beija Lady Julia Kenney em um jardim escuro. No entanto, a paixão que ela agita dentro dele, deve ser deixada nas sombras, isto porque ela ama seu irmão gêmeo, o Conde de Greyling. Mas quando a tragédia ataca, para honrar o voto que ele faz ao seu irmão moribundo, Edward deve fingir ser Greyling até a condessa entregar seu bebê.  Depois que seu marido retorna de uma estada de dois meses, Julia o encontra mudado. Mais ousado, mais atrevido e mais perverso, mesmo que ele limite seus encontros para beijos. A cada dia que passa, ela se apaixona mais profundamente. Para Edward, as brumas do desejo provocadas naquela noite há muito tempo são rapidamente reavivadas. Ele anseia ser o marido dela de verdade. Mas se ela descobrir sua artimanha, ela o desprezará - e a lei inglesa o impede de se casar com a viúva de seu irmão. No entanto, ele deve se atrever a arriscar tudo e revelar seus segredos se ele realmente deve levar tudo.

Não é surpresa para quem leu a resenha de Codinome Lady V (aqui) o quanto Lorraine Heath me conquistou na história. E em O Segredo do Conde não foi diferente. Com um personagem que ansiava conhecer melhor, e que agora posso afirmar ser meu favorito, o enredo é encantador. Mas não se engane: não agrada todos os públicos.

18 de jun de 2018

[Bienal do Livro 2018] Autores Confirmados


Quem está fazendo contagem regressiva para a Bienal do Livro 2018!? Este ano ocorrendo em São Paulo, vários nomes maravilhosos já foram anunciados! E para não deixar ninguém perdido, traremos os que foram confirmados até agora. Lembrando que os ingressos já estão a venda. Não percam (;

8 de jun de 2018

[O Que Eu Li] Maio


Vamos falar das Leituras de Maio? Produtivo, até certo ponto, consegui realizar o total de 9 leituras. Um bom número — e na margem do meu melhor ritmo — fiquei feliz pela quantidade e a qualidade que estiveram presente. Algumas decepções aqui e ali, mas no geral foram ótimas histórias. Vamos conferir a pequena pilha?!

6 de jun de 2018

[Resenha] O Dueto Sombrio

Livro: O Dueto Sombrio #2 
Série: Monstros da Violência
Autora: Victoria Schwab
Editora: Seguinte
Páginas: 448
Gênero: Fantasia
Nota: ⭐⭐⭐
Na sequência final de A Melodia Feroz, Kate Harker precisa voltar para Veracidade e se unir ao sunai August Flynn para enfrentar um ser que se alimenta do caos.  Kate Harker não tem medo do escuro. Ela é uma caçadora de monstros — e muito boa nisso. August Flynn é um monstro que tinha medo de nunca se tornar humano, mas agora sabe que não pode escapar do seu destino. Como um sunai, ele tem uma missão — e vai cumprir seu papel, não importam as consequências. Quase seis meses depois de Kate e August se conhecerem, a guerra entre monstros e humanos continua — e os monstros estão ganhando. Em Veracidade, August transformou-se no líder que nunca quis ser; em Prosperidade, Kate se tornou uma assassina de monstros implacável. Quando uma nova criatura surge — uma que força suas vítimas a cometer atos violentos —, Kate precisa voltar para sua antiga casa, e lá encontra um cenário pior do que esperava. Agora, ela vai ter de encarar um monstro que acreditava estar morto, um garoto que costumava conhecer muito bem, e o demônio que vive dentro de si mesma.

Uma das resenhas mais difíceis que escrevi na vida. O Dueto Sombrio me deixou com sentimentos conflitantes. Apesar de ter amado a história — e achar o enredo único — falhas grandes e pequenas me deixam com um sentimento de que não foi algo tão bom quanto esperava. Se me perguntarem "Vale a pena ler a duologia?!" respondo que sim por que tem uma ambientação única, a escrita é ótima, mas não crie altas expectativas.

4 de jun de 2018

[TAG] Deus me Livre, Mas Quem Me Dera

Quem fica procurando TAG no booktuber para responder?! Eu mesma! Criada pelo canal Geek Freak, não perdi a oportunidade de responder unindo duas coisas que adoro: livros e memes! Deus Me Livre, Mas Quem Me Dera é uma expressão usada quando tem algo que te traz vergonha alheia mas no fundo ama ou quando é algo que não agrada do grande público mas você gosta. Me baseando mais na segunda definição, trouxe alguns livros "polêmicos". Vamos ver quais foram minhas respostas?!